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Photon Platinum

A HISTÓRIA DA PHOTON PLATINA

Titular do Direito à Patente
Toshio Komuro – Tokyo – Japão
Patente nº 01-328396

 
 
 
 
 

INTRODUÇÃO

Meu nome é Roger Coghill e eu sou um biólogo formado pelas Universidades de Cambridge e de Wales (País de Gales) Universidade de Surrey.

Por mais de dez anos, venho estudando os efeitos da eletricidade e do magnetismo em todas as formas de vida, uma ciência conhecida como BIOELETROMAGNÉTICA. Durante esse período, construí um laboratório técnico especialmente para esse propósito. A julgar pelo número de jornalistas e pessoas da mídia que me telefonam, acredito, através de leitura assídua, possuir todos os estudos científicos na área, como também me tornei um profundo conhecedor desta nova ciência.

A maioria dos jornalistas telefona para saber coisas de interesse do público, tais como: os efeitos dos fios de alta tensão ou telefones celulares, sensibilidade elétrica ou uso do magnetismo para cura de doenças. Magnetos têm sido usados na cura de “gota” ou “dor de cabeça” por milhares de anos.

A primeira vez que alguém me falou sobre um material novo, surpreendente, à base de bioeletromagnéticos, que poderia, com apenas uma pincelada, ajudar minha pele a parecer mais jovem; diminuir celulite; melhorar meu sistema imunológico; manter-me mais aquecido à noite do que um ededron e melhorar a minha circulação sanguínea (entre outras coisas); francamente eu fiquei bastante cético. Alguém me deu uma amostra do material que parecia lã ou gaze médica, coloquei de lado e acabei esquecendo no meu agitado laboratório de bioeletromagnéticos.

O produtor alegava que o mecanismo básico do seu “maravilhoso produto” ajudava os produtos nutrientes e desperdícios a passar pelas paredes das células orgânicas. Ocorreu-me então que um teste para ver se funcionava, seria ver seu efeito em flores cortadas: as flores tratadas deveriam durar mais tempo. A flor escolhida foi narciso.

Era primavera no País de Gales. Como todos os anos, todas as colinas e vales ficavam incandescentes com essa flor amarela, por isso o narciso é a flor símbolo nacional do País de Gales.

Em um momento ocioso, fiz a experiência e houve uma diferença surpreendente entre o talo tratado e os padrões. Assim, começou minha relação com Platina Photon. Mas como ele funcionou e eram todas aquelas alegações verdadeiras?

Este livro descreve as aventuras e caminhos interessantes que o Platina Photon me levou durante os anos seguintes. Do Brasil a Bangkok, da Espanha a Osaka e os resultados experimentais das minhas investigações com esse inacreditável, mas eficaz material do século 21.

Capítulo um

O início… A grande quantidade de narcisos.

A prova científica de um experimento é, às vezes, acentuada quando o pesquisador comete um erro inicial. Alexander Fleming cometeu o erro de deixar seu prato de cultura sem lavar, o que o levou a descobrir a penicilina, e assim salvou milhões da morte durante a Segunda Guerra Mundial.

Durante a primavera, as colinas do sul do País de Gales estão cobertas de vegetação e narcisos salpicados de amarelo e verde escuro, misturando-se mais tarde com o açafrão dos arbustos tojos. No meu caso, a primeira vez que eu experimentei Platina Photon nos narcisos eu os tinha colhido cuidadosamente. Parecia não haver diferença entre aqueles cujos talos foram embrulhados em Platina Photon e aqueles embrulhados em lã comum. Só então percebi que tinha água destilada no vaso de flores. Isso quer dizer que não havia nutrientes para o talo da flor absorver, portanto as duas amostras murcharam ao mesmo tempo.

Quando corrigi e adicionei fertilizante preparado em todos os vasos de flores e repeti o estudo, o efeito foi surpreendente: os narcisos tratados com Platina Photon ainda estavam vivos e brilhantes, enquanto as amostras sem Platina Photon estavam com uma cor marrom e deterioradas. Não demorou muito para eu me dar conta que as floristas em todo o mundo estariam interessadas nas possibilidades comerciais desse efeito.

Foi essa descoberta inesperada que me fez refletir sobre qual mecanismo o efeito era produzido, e só então, comecei a leitura científica me enviada pelos produtores.

Os produtores não fizeram nenhuma alegação médica extravagante, tentaram explicar em linguagem simples, que nós, seres humano, temos 60 bilhões de células em nossos corpos (na verdade, o número é provavelmente, quase 140 bilhões). Essas células necessitam nutrientes e expelem os produtos desperdiçados. Através de sua ação vibradora, na região distante do infravermelho o Platina Photon ajuda as células a ingerir a “comida” e expelir os produtos desperdiçados.

Aparentemente essa era uma nova maneira de cuidar da saúde. O papel desempenhado pela energia eletromagnética na vida orgânica era reconhecido (não pela primeira vez, desde Alexander Gurwirsch na Rússia, Georges Lakhovsky na França e Harold Saxton Burr nos Estados Unidos (nos anos 30).

Pensando sobre a possível física por trás dessa invenção inacreditável, ocorreu-me que havia pouca diferença entre o milagre que agora conhecemos como rádio e televisão. Nesse efeito radioativo, em um nível microcósmico. Não há razão na física para pensar que a engenharia do rádio não possa também ser aplicada em dimensões celulares. O tamanho de um elétron é tão pequeno que até uma célula orgânica é gigante quando comparada a ele.

Como pode um material que parece mais com gaze médica afetar período que as flores ficam frescas?

Para entender isso, deixe-me lembrar aos leitores outro milagre do século XX, o fenômeno do rádio. Hoje, temos a TV e o rádio como certos, embora algumas pessoas, inclusive eu, possa lembrar dos tempos antes da televisão, e meu pai pode lembrar dos tempos antes do rádio. Se alguém tivesse dito a minha avó, que um dia ela poderia ouvir a voz de uma pessoa chamando, por telefone, da Áustria e que também poderia, via televisão, ver sua boca movendo ao pronunciar as palavras, ela não teria acreditado.

Photon Platina usa exatamente os mesmos príncipios físicos que o de transmissão de rádio para produzir os efeitos. Na transmissão de rádio o que acontece é que a haste – conhecida como antena – é energizada para que a energia elétrica, na forma de elétrons, percorra- a de baixo para cima, em frequência específica. Se essa frequência for mais que 30 kiloHertz (30.000 vezes cada segundo) alguns elétrons estarão voltando, enquanto que os outros estarão subindo, resultando em elétrons sem condição de acompanhar, formando curvas fechadas do fluxo do lado de fora da antena. Essas curvas são impulsionadas ou propagadas no espaço, na velocidade da luz, para longe da antena e dependem da variação na amplitude (ou freqüência) da corrente aplicada à antena. Há uma outra antena no rádio receptor, desenhada para ressonar na mesma freqüência, e os elétrons na segunda antena, estão induzidos a fluir de cima para baixo. Quando esses movimentos são ampliados, eles podem ser transformados, através de alto-falantes, em som. Assim, a transmissão de rádio e TV dependem da ação a distância da energia eletromagnética.

Essa simples explicação sobre a transmissão de rádio também acontece com o Photon Platina. O Platinum é um dos metais mais condutivos, às vezes usado em circuitos elétricos. No Photon Platina as “antenas” são pequenas e finas. Um milionésimo de um metro é chamado na ciência de mícron. As antenas de Platinum, implantadas nas fibras de polimérico do material têm 4-14 micras de comprimento. Obviamente em transmissão normal de rádio, a energia em forma de eletricidade tem que ser aplicada à antena para fazê-la transmitir ou irradiar um pouco dessa energia. Os elétrons se movem ou vibram de formas diferentes. Uma maneira simples é aquecer o material, a outra é a claridade de uma luz na superfície. Como a lua é uma fonte de energia eletromagnética com sua própria frequência; como nós somos criaturas de sangue quente e até mesmo a superfície da pele dos seres humanos pode aquecer outras coisas;
ao colocar o material Photon Platina na frente da luz, até mesmo luz do sol ou simplesmente usá-lo, fará com que alguns dos elétrons na antena comecem a se mover de baixo para cima. Como as hastes são feitas de Platinum, para os elétrons é mais fácil viajar por esse caminho do que através do polimero plástico e assim, eles se concentram nessas hastes. O comprimento das hastes/antenas determinam a frequência em que elas oscilam. Obviamente, quanto mais longa as hastes mais baixa a frequência.

Em processo secreto para escolher o comprimento das hastes, ou seja, a frequência, cuidadosamente os produtores do Photon Platinum conseguiram que as hastes irradiassem em uma frequência, aumentando o alcance da onda metade do diâmetro da maioria das células orgânicas. Isso parece um pouco complicado, deixe-me explicar melhor.

Todas as ondas eletromagnéticas estão relacionadas à frequências específicas pela fórmula fixa ¦=c/l, onde ¦ significa frequência, l é o alcance da onda, e c significa a velocidade da luz. (frequência = velocidade da luz/alcance da onda) Isso quer dizer que, se você sabe a frequência de uma onda eletromagnética alternante, você pode calcular o alcance da onda.

Vamos dar um exemplo como uma resposta surpreendente: A frequência principal da eletricidade na Inglaterra é 50 Hz, portanto qual é o alcance da onda? Com a nossa fórmula ¦=c/l, e a velocidade da luz como 3x 10 / l por segundo.

O mesmo cálculo aplica-se a uma onda de 4-14 microns.

Há uma boa razão para isso, é que as células do nosso corpo têm diâmetros de aproximadamente 10-20 microns. Portanto, ondas desse alcance vibrarão da mesma maneira que uma cantora de ópera pode vibrar um copo com uma nota específica, um efeito conhecido como ressonância.

Aí está o segredo do Photon Platina: sua suave irradiação pode delicadamente fazer vibrar a superfície das células do corpo através da ressonância. Mas, por que isso é bom para as células? Para entender, você tem que imaginar que é uma célula.

Como uma célula orgânica, você não tem mais uma boca, nariz, olhos ou sistema digestivo. Tudo o que você tem a sua volta é uma membrana feita de plasma. Na verdade é uma membrana dupla e parte é feita de gordura ou lipídios para manter fora d’água. Através dessa membrana chamada “lipid bi-layer” devem passar todos os nutrientes que você precisa e através da mesma devem passar todos os produtos desperdiçados do seu metabolismo. Ainda essa mesma membrana deve agir como olhos, ouvidos, nariz e língua: seus sensores para o que está acontecendo dentro e fora do mundo.

No mundo tecnológico de hoje, muitas químicas foram introduzidas, para as quais nem mesmo as células orgânicas estão preparadas para a evolução. Essas químicas podem formar as soluções aquosa salina (ou celulite) que penetram nosso corpo. Algumas dessas novas moléculas são polares, como alguns dos nossos aminoácidos. Por essa razão, essas químicas podem se fixar em outras moléculas ou em água no nosso corpo.

O efeito dessa poluição química torna mais difícil para as células ingerir e expelir nutrientes e desperdícios através do lipid bi-layer. Mas, através de sua ação vibradora, o Photon Platina ajuda as células a desempenhar essa função. Na primeira demonstração prática, quando você sente o material, ele vai parecer quente – uma indicação que a irradiação infravermelha está funcionando.

Uma pergunta comum é que se a energia da irradiação do Photon Platina é dependente da luz e aquecimento, como poderia uma energia tão fraca afetar as células dentro do corpo?

A resposta é que os efeitos dependem da frequência e não da energia. Essas frequências podem ser conduzidas sem perda, através das soluções aquosas do corpo, porque elas são bastante condutivas.

Como estamos lidando com a física do Photon Platina, vale a pena explicar como a água do corpo pode ser tão condutiva e sensível à influência do exógeno. Todos sabem que a água é composta de dois átomos de hidrogênio e um átomo de oxigênio.

Como a carga negativa de cada elétron é atraída pela carga positiva do próton no núcleo do átomo, eles tentam ficar o mais próximo possível do núcleo. Mas os elétrons também se repelem, tendo a mesma polaridade. O resultado é que os elétrons logo se estabelecem para pegar posições estáveis na concha em volta dos átomos associados. Imagine-os em capas como as da cebola. A parte de fora da capa comporta até oito elétrons, mas às vezes como no caso do oxigênio, há apenas seis elétrons lá, deixando espaço para mais dois, formando assim uma molécula estável; e como os átomos de hidrogênio têm apenas um elétron, há espaço para dois mais para se ligar ao oxigênio. A água está então formada.

NaC1 é a fórmula comum para o sal e as nossas soluções: aquosa e sangue são salgadas porque contém íons, portanto elas são sensíveis à influência do campo elétrico e a água em volta das células podem ser alteradas ou poluídas por qualquer outra química na solução salina. É aí onde o Photon Platina age, eliminando essa influência através de sua vibração.

O início da pesquisa: os efeitos na imunidade

Eu não fui o primeiro cientista a descobrir o Photon Platina. O material foi inventado no Japão. Pesquisas foram feitas pelo cientista Yuri Niwa em meados dos anos 80, sobre os efeitos do material no sistema imunológico, com resultados surpreendentes.

A imunologia só começou depois da segunda guerra mundial, estimulada pelas vítimas de leucemia, depois da explosão das bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki. No começo do século XX, a leucemia era rara em crianças e a medicina lutava contra doenças como: varíola, tuberculose e mais tarde poliomielite. Hoje, a leucemia afeta muita a infância e uma, em cada sete crianças, tem asma. Doenças como câncer de artrites, esclerose múltipla, AIDS são doenças imuno-relacionadas ressaltando por que a imunologia é prioridade na ciência médica.

O interesse do Dr. Niwa estava no efeito do Photon Platina em algumas células brancas chamadas de linfócitos e neutrófilos. Neutrófiles são as mais comuns de todas as células brancas. Os linfócites são importantes para detectar micróbios ou outros ataques ao corpo, mas correspondem a apenas um décimo das células brancas na corrente sanguínea. Neutrófilos são consideradas a infantaria do sistema imunológico, armadas com uma variedade de armas químicas, para matar os agentes patogênicos. Um desses é o superóxido ânion (O2) que é um radical livre capaz de destruir bactérias anaeróbicas. Uma outra maneira que os neutrófilos atacam os inimigos é engolindo-os. Neutrófilos podem usar química para direcioná-las para as toxinas, esse mecanismo é chamado de quimiotaxia.

Um teste para ver quanto cálcio intracelular í [Ca2 ] ý foi mobilizado dentro da célula, já que esse tipo de cálcio iônico age como um segundo mensageiro interno para sinais externos para as células, portanto sua presença elevada nas células sugere que há atividades importantes em progresso. O Dr. Niwa expôs as células neutrófoles normais em tubos de testes e embrulhou com Photon Platinum por períodos de 5 a 120 minutos. Depois de 60 minutos, ele viu uma diferença significativa e então, o primeiro período foi extendido por mais 120 minutos, o efeito retrocedeu novamente. Ele não viu nenhuma diferença no cálcio iônico intracelular com neutrófilos normais.

Claro que é bom quando as células são normais, mas o que acontece com as células cancerosas? Aumentar sua performance seria, obviamente, algo ruim. Felizmente quando a equipe do Dr. Niwa testou o efeito do Photon Platina nas células com câncer, tais como HL60 leucemia, eles não encontraram nenhum efeito. O que se pode concluir da pesquisa do Dr. Niwa? Seria verdade se disséssemos que o Photon Platina tem efeitos benéficos no nosso sistema imunológico em proveta. A questão é se o mesmo efeito pode ser alcançado in vivo, ou seja, em criaturas vivas. Eu gostaria muito de ter visto o relatório completo dessas descobertas clínicas.

Corpo de evidência.

Quando eu estava começando a me interessar pelo Photon Platina um brilhante rapaz de Liviv State Medical Hospital estava trabalhando no meu laboratório no ano sabático. Confesso nunca ter ouvido falar de Liviv até encontrar Dr. Sergei Gerasimov. As pessoas estão mais familiarizadas com o nome Chernobyl, cujos reatores nucleares continuam funcionando e está situado bem perto. Como já esperado, Sergei estava muito interessado nos efeitos da irradiação, tanto a adversa quanto a benéfica, e já sabia o bastante sobre eletromagnéticos, pois foi selecionado para apresentar um de seus estudos em Bled, pago pela Corporação em Ciência e Programa Tecnológico (COST244). Ele me falou muito sobre o acidente. Por exemplo, a maioria das pessoas na sua cidade faziam exames de sangue semanalmente, para ver se glóbulos brancos do sangue estavam em nível alto aceitável. Outro possível efeito na região era o nível anormal de crianças com asma.

Quando a direção do Photon Platina me pediu para que testasse o efeito do material em asma infantil, eu imediatamente pensei em Sergei, consegui que ele conduzisse algumas experiências com aprovação da universidade.

Nosso plano era suprir 60 camisetas feitas do material Photon Platinum para crianças comprovadamente com asma e um número similar de camisetas feitas de algodão que não pudessem ser distinguidas das primeiras. As crianças usariam por três meses e aí trocariam pelo outro tipo. O tratamento dado a criança pela sua condição não era interrompido de forma alguma, portanto nenhuma criança sofreu falta de medicação durante a experiência.

Monitoramos o progresso delas de várias maneiras. Depois de um longo tempo e total perda de contato por fax ou e-mail, em uma manhã de abril recebi uma encomenda pelo correio, contendo um livro preto e grosso A4. Era uma descrição detalhada da experiência e seus resultados, que pareciam autenticados pela direção do Liviv Hospital. Eu me senti um tanto culpado por que meu nome e o nome do meu laboratório estavam listados como co-autores, já que não tivemos muito a ver com o trabalho duro da pesquisa, exceto determinar o estudo.

Eu abri e comecei a ler, logo percebi que o trabalho do Sergei tinha sido cuidadoso e doloroso. Havia também fotos do infravermelho das camisetas de Photon Platina sendo usadas pelas crianças e mostrando a melhora da temperatura na região do peito das crianças, comparando antes e depois de um mês de uso. Vieram também gráficos mostrando como o questionário tinha resultado.

Os resultados eram espetaculares. A avaliação dos pais sobre a camiseta de Photon Platina era que ela tinha sido responsável por uma melhora na condição de suas crianças em 22.2%, comparados com apenas 11.1% do grupo usando o placebo. Os pacientes usaram menos os broncodilatadores e diminuiu a tosse, falta de ar e o chiado.

Levando em consideração que os médicos, pacientes e os pais não sabiam quando a criança estava usando a camiseta de Photon Platina, esse resultado me deixou muito contente porque eu sabia que uma criança em cada sete sofria de asma na Inglaterra.

Sentindo no sangue.

Quando alguém sente pela primeira vez o material Photon Platinum fica surpreso com o calor dele. Eu espero que muitas pessoas deduzam, através dessa satisfação, que o material funciona simplesmente por aquecer a temperatura do corpo. A maioria associa o infravermelho somente ao calor e esquecem que ele também age como qualquer outra onda eletromagnética.

Uma alegação dos produtores que precisa ser investigada é em relação ao fato do material melhorar a circulação sanguínea. Se isso ocorrer, pode-se dizer que ele será anti-inflamatório e que melhora a habilidade das células de gerar energia que elas sempre precisaram para se manter vivas e desempenhar suas funções.

Todos sabem que se você colocar uma mão em água fria as veias da mão incham, permitindo que mais sangue passe, para assim manter a mão aquecida. Os físicos calculam que em um tubo circular, até mesmo 10% de aumento no diâmetro aumentará o volume para mais de 20%. Para evitar mudanças no ritmo cardíaco e para maximizar o efeito, as veias da outra mão contraem-se um pouco e esse equilíbrio ocorre por toda superfície do corpo. Quando se tenta medir a circulação do sangue, deve-se levar em consideração as mudanças homeostáticas.

Quando William Harvey (1587 – 1657) descobriu que o sangue circulava em nossas veias e artérias, foi recebido com descrédito. Bem mais tarde, Linus Pauling um dos poucos a receber o prêmio Nobel duas vezes, relatou em suas descobertas que o sangue venal era paramagnético e que o sangue arterial não era. Claro que todas as moléculas de hemoglobina contêm átomos de ferro. Os átomos de ferro são muito importantes porque o oxigênio molecular que respiramos junta-se a esses átomos. A competência do sangue de levar o oxigênio molecular e removê-lo novamente, na forma de óxido de carbono, depende do estado de magnetismo nos seus grupos haem. O sangue é também o principal veículo para nos refrescar.

Má circulação pode levar uma pobre distribuição do oxigênio e consequentemente causar perda de energia, imunidade ruim e risco de um infarto.

Decidi que a melhor maneira de medir a circulação sanguínea era através da técnica calorimétrica, inventada em 1916 por G.N.Stewart . Às vezes, as maneiras antigas são as melhores. Construí dois calorímetros idênticos, cada um contendo uma câmara capaz de comportar 2 litros de água e grande o bastante para inserir uma mão. Com isso eu podia medir a mudança de temperatura em um volume conhecido, de água dentro de cada calorímetro, causada pela imersão da mão em cada um deles por um período de 5 minutos. Isso permitiu que eu medisse o fluxo sanguíneo por 100cc/minuto, usando a fórmula Q=H/T1 – T2 : onde Q é o volume de sangue, H é o número de calorias e T1 – T2 é a diferença em temperatura entre o sangue venal. Os primeiros testes mostraram que os movimentos dos músculos poderiam afetar a temperatura, portanto era importante ficar imóvel.

Os testes de temperatura nos calorímetros contendo 750cc e a mão, como também em artérias e veias relevantes foram conectados a um datalogger multicanal e os registros obtidos a cada 5 minutos. O material era então colocado em um edredom de pena ou em similar de Photon Platina e os resultados comparados.

Os resultados foram surpreendentes: a média de fluxo de sangue nos membros com o Photon Platina era de 15.8 gramas por 100cc por minuto e, sem, o resultado era uma média 14.1 gramas/100cc/minuto. Mas, 12.1 por cento de diferença não foi satisfatório devido ao baixo número de amostras; eu não tenho dúvida que com mais amostras teria mais significado.

Essa melhora na circulação sanguínea nas extremidades do corpo é importante – significa que mais oxigênio estará passando por lá. Assim, comecei a ver o último porquê dos produtores de Photon Platinum alegarem que o produto iria diminuir a celulite, como também proporcionar outros benefícios.

O poder dos músculos.

Dores depois de um dia duro de trabalhos manuais ou prática de esporte, não é surpresa para ninguém; mas na sociedade sedentária de hoje, muitas pessoas sentem dores crônicas nas costas que não tem nenhuma relação com a quantidade de esforço físico.

As reações químicas que ocorrem no consumo de energia muscular são bem entendidas pelos cientistas. A maioria das crianças na escola aprendem sobre o láctico – ácido que se forma durante o exercício físico e que causam dores musculares.

A Sigma, indústria farmacêutica, produz kits para testar o nível dos ácidos láctico e pirúvico.

Portanto, não foi tão difícil para mim, quando me pediram para testar os efeitos do Photon Platina na formação do ácido láctico. Um outro laboratório na Espanha também estava fazendo os testes com ciclistas profissionais. Eles receberam calças (pantalonas) feitas de Photon Platina e outras feitas de material esportivo comum. Eles pedalavam em bicicletas de academia e o nível de láctico acumulado era medido. Aparentemente, o Photon Platina atrasava a formação do ácido, deixando os ciclistas mais refrescados depois de um período específico.

Testando essa hipótese, menciono a ajuda do Sergei Gerasimov. O estudo foi designado da seguinte forma: embrulhei o meu antebraço com faixas feitas de Photon Platina e, em volta do outro braço, faixas feitas de material comum. O próximo passo foi que o Sergei tirou amostras de sangue dos dois braços. Um sangue escuro se podia ver na seringa e se estava tão escuro, é porque não tinha muito oxigênio. Ele então aplicou o teste lático para as duas amostras. Claro, o braço embrulhado no Photon Platina por uma hora tinha o sangue com bem menos ácido láctico, a diferença era de 17 por cento. Como os dois braços tinham sido embrulhados nos mesmos lugares e tinham feito a mesma quantidade de esforços, a única explicação é a presença do Photon Platina no braço que tinha menos formação de ácido láctico.

No entanto, há uma complicação com esse método. É também necessário verificar o nível do ácido pirúvico no músculo afetado. Se o nível estiver baixo, o músculo não tem potencial para o esforço. Nós precisamos de ácido pirúvico para iniciar uma atividade física e ele será convertido em ácido láctico, fornecendo assim a energia que precisamos.

Ninguém é perfeito.

Nem todos os requerimentos das nossas células podem ser melhorados pelo Photon Platina. Houve uma área onde a pesquisa que eu organizei não descobriu nenhum benefício, que foi a área de transecção de sinal. Por outro lado, o estudo não descobriu nenhum efeito ofensivo na comunicação das células.

Pesquisas sobre o que os bioquímicos chamam de transecção de sinal tem sido a especialidade da Universidade de Cambridge por muitos anos. Dr. Richard Farndale e o seu colega de universidade Dr. Ric Martin têm estudado esta área por décadas.

Transecção de sinal é importante para todas as células do nosso corpo porque em criaturas multimoleculares há uma necessidade vital de saber quais são as regras de coexistência e de conduzir as atividades apropriadas, quando solicitadas pela administração central. Sem essa coordenação nossas células estariam fora do controle regulatório e o resultado seria uma anarquia de células, ou outra maneira de descrever o câncer.

Por isso, o nosso corpo precisa de um sistema de comunicação e isso, por sua vez, envolve algum tipo de mecanismo de transportar mensagem.

Apesar de todo o nosso conhecimento, ainda estamos tentando entender como as células se comunicam umas com as outras e como as mensagens são tratadas dentro das células que as recebem. O estudo de transecção de sinal é sobre isso. Quando algo de errado acontece a esse sinal, pode significar que os glóbulos brancos – guardiões das nossas defesas imunológicas – não respondem a toxinas ou a agentes patogênicos. Pode também significar que as células não se recuperaram depois da divisão (mitosi). Esses processos essenciais dependem da comunicação e mensagens entre as células.

No passado, um grande número de pessoas famosas estavam curiosas sobre morfologia. Aristóteles, por exemplo, passou muito tempo seguindo o progresso do ovo fertilizado para ver como se desenvolvia. Um outro estudante de morfologia famoso foi o poeta Goethe.

Foi solicitado ao Ric Martin que visse se o Photon Platina tinha algum efeito nesses processos. Já que ele estava acostumado com plaquetas e células de fígado de rato, ele escolheu essas como seu modelo. Assim, tentou detectar mudança em 3 tipos de mecanismo de sinal: mudança na concentração cíclica AMP, uma mensagem bem caracterizada; alteração na proteína Kinase C, uma enzima intracelular estimulante; e, finalmente, se a exposição ao material afetou a proteína tyrosinephosphorylation, padrão em ambos os tipos de células.

Eu não vi o relatório final, mas acredito que nenhum efeito foi encontrado. Não fiquei surpreso, Photon Platina parece trabalhar na energia e competência da célula, ao invés de melhorar a maneira como ela se comunica com o vizinho ou com o corpo de forma geral. Isso é uma boa coisa, se o Photon Platina fosse capaz de perturbar a comunicação celular, poderia ter sido mais um perigo do que um benefício para a saúde.

Embaixo da coberta.

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